

OFICINA: Memórias Possíveis: Identidade e Reapropriação de Imagens - Com Enrique Andrade (Mestrando em História e Multiartista) e Alexandrino Silva (Mestre em Ciências Sociais e Historiador)
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ONLINE
About the Course
A noção de memória, tradicionalmente ligada à história e à cultura, vem ganhando cada vez mais destaque como objeto científico na antropologia. Nesse campo, a memória é vista como um processo dinâmico da identidade, tanto individual quanto coletiva. A oficina "Memórias Possíveis" é inspirada no processo de pesquisa do "Manifesto Ensaio Poético Audiovisual". O objetivo da oficina é despertar nos participantes a importância da memória e da preservação do patrimônio por meio das tecnologias digitais. A oficina abordará, de forma prática, a relação entre a reapropriação de imagens e seus símbolos sagrados, focando na elaboração e execução de roteiros e na concepção de documentários.
Your Instructor
A. Silva
Pesquisador e educador com mais de 20 anos de atuação em patrimônio cultural, educação ambiental, arte e antropologia histórica. Mestre em Ciências Sociais (UFPA) e historiador (USP), desenvolve projetos que conectam cultura, memória e natureza. Atua com arte-educação, museus, consultorias socioambientais e produção artística interdisciplinar.
Enrique Andrade
Mestrando em pós-graduação em História (UFPE) e multiartista. Filho da mata e do tempo. De Camaragibe, Enrique Andrade está em constante retomada e faz do seu caminhar flecha certeira, poética, latente, afetiva e estética. Atua como educador social, historiador, multiartista, poeta e está curador independente, realizando projetos de guerrilha expositiva. Como multiartista, vivencia experiências no Ateliê Casa 97, com foco no campo da performance, instalação, arte objeto, pintura, modelagem e poesia. Realiza mestrado no Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco, com bolsa pela CAPES. É um dos fundadores da Ciranda Curatorial, coletivo de assessoria em curadoria e exposições. Em 2024 publicou o livro de poesias "Cura D'água", pela editora Folheando. Sonha por demais e faz do sonho combustível por dias mais felizes. Sua arte não é sua, mas se faz na coletividade, como engasgo e gargarejo de incômodos.






